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REVELAÇÕES IMPLACÁVEIS CONTRA A INDÚSTRIA TABAGISTA.
OMS quer derrubar mitos disseminados pela indústria tabagista 
 

(Esta Matéria foi extraída do site: http://www.ensp.fiocruz.br/informe/materia.cfm?matid=4409&saibamais=4487 

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a indústria tabagista tem plena consciência de que toda política voltada para a proteção dos fumantes passivos representam uma ameaça ao seu negócio. “O sucesso mais perigoso da história para a viabilidade da indústria tabagista”, afirmou um estudo confidencial preparado para o Instituto do Tabaco, em 1984. “Se os fumantes não podem fumar em seu caminho para o trabalho, no trabalho, em bancos, restaurantes e outros lugares públicos, fumarão menos”, como publicado na Philip Morris Magazine, em abril de 1989. 

Nesse sentido, afirma a Organização, a indústria do tabaco tenta difundir inúmeros mitos que visam esconder os reais riscos e perigos da exposição à fumaça produzida pelos fumantes e os efeitos economicamente negativos para a indústria da implantação de leis que restrinjam ou proíbam o fumo. Conheça os principais mitos e saiba como argumentar contra eles com base em evidências científicas. 

Os mitos mais difundidos, segundo a OMS: 

1 – O fumo passivo é apenas um pequeno aborrecimento. 

O fumo passivo ou ambiental, como chama a indústria tabagista, não é apenas um aborrecimento ou uma perturbação, mas um enorme risco à saúde. A exposição à fumaça do tabaco apenas no ambiente de trabalho causa pelo menos 200 mil mortes anuais no mundo, o que representa 14% das mortes por doenças relacionadas ao trabalho e 2,8% dos casos de câncer de pulmão. Apesar de a maior parte dos atingidos trabalharem nos setores hoteleiro, de entretenimento e de serviços, o problema pode atingir a todos os profissionais. 

2 - Acordos voluntários são melhores para fumantes e não-fumantes, além de preservar o direito de escolha. 

Acordos voluntários geralmente são baseados na tolerância dos não-fumantes, não protegem ninguém do fumo passivo e ainda representam uma importante barreira para o estabelecimento de medidas efetivamente protetoras. 

3 - Um sistema de ventilação eficiente pode proteger os não-fumantes dos efeitos nocivos da fumaça. 

A indústria tem estimulado a instalação e uso de equipamentos e sistemas de ventilação cada vez mais caros, na tentativa de acomodar fumantes e não-fumantes num mesmo ambiente. Essa é mais uma tática para evitar o estabelecimento de normas realmente restritivas ao fumo. A ventilação, no entanto, além de ser muito cara não funciona: apenas em ambientes 100% livre de fumaça protege a população das conseqüências do fumo passivo. 

4 - É impossível tentar implantar ambientes 100% livres de fumaça. Isso nunca vai funcionar. 

Estudos feitos na Irlanda, Nova Zelândia e Noruega mostram que a implantação de ambientes livres de fumaça contam com apoio de fumantes e não-fumantes e que, se as normas forem aplicadas corretamente, a proteção contra o fumo passivo é plenamente alcançável. A iniciativa também serve de estímulo àqueles que desejam parar de fumar. 

5 - Os ambientes 100% livres de fumaça ocasionam perdas a bares e restaurantes. 

Vários estudos independentes, realizados no Canadá, Irlanda, Itália, Noruega e cidades como El Paso e Nova York, revelam que, geralmente, em muito pouco tempo, a clientela dos estabelecimentos fica igual ao que era antes da proibição do fumo ou até mesmo maior. 

6 - Leis contra o fumo infringem os direitos dos fumantes e a liberdade de escolha. 

Leis contra o fumo não infringem direitos, mas protegem a saúde da população. 
É sempre bom lembrar que os não-fumantes são maioria e que, além disso, a maioria dos fumantes não fuma por escolha, mas por serem viciados em nicotina existentes. O direito das pessoas respirarem um ar saudável precede o direito dos fumantes de fumar em lugares públicos, colocando em risco a saúde de terceiros. 

Fonte: OMS 

 


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